Os antioxidantes chamaram a atenção do público na década de 1990, quando os cientistas começaram a entender que os danos dos radicais livres estavam envolvidos nos estágios iniciais da aterosclerose que entopem as artérias e podem contribuir para o cancro, perda de visão, e uma série de outras condições crónicas. Alguns estudos mostraram que as pessoas com baixa ingestão de frutas e vegetais ricos em antioxidantes estavam em maior risco de desenvolver essas condições crónicas do que as pessoas que comiam muitas dessas frutas e legumes. Os ensaios clínicos começaram a testar o impacto das substâncias isoladas, especialmente betacaroteno e vitamina E, como armas contra doenças cardíacas, cancro, etc.

Mesmo antes dos resultados desses ensaios, os meios de comunicação, e as indústrias de suplementos e alimentos começaram campanhas publicitárias enaltecedoras dos benefícios de “antioxidantes”. Bagas congeladas, chá verde e outros alimentos rotulados como ricos em antioxidantes começaram a aparecer nas lojas. Os fabricantes de suplementos elogiaram as propriedades de combate a doenças de todos os tipos de antioxidantes.

Doenças oculares relacionadas com idade e Antioxidantes

O Estudo de Age-Related Eye Disease (AREDS) de seis anos, descobriu que uma combinação de vitamina C, vitamina E, betacaroteno, e zinco oferece proteção contra o desenvolvimento de degeneração macular relacionada com a idade avançada, mas não em cataratas em pessoas que tinham alto risco de doença. Luteína, um carotenoide que naturalmente se encontra em vegetais verdes folhosos, como o espinafre ou a couve, também pode ajudar na proteção da visão. 

Antioxidantes e prevenção de doenças

Os radicais livres contribuem para a prevenção de doenças crónicas desde o cancro às doenças cardíacas, doença de Alzheimer, na perda da visão, entre outras. Isto não significa automaticamente que as substâncias com propriedades antioxidantes resolvem o problema. Os estudos até agora não são conclusivos, mas fornecem fortes evidências de que os suplementos antioxidantes têm um impacto substancial sobre a doença. Mas tenha em mente que a maioria dos estudos realizados até agora tem tido limitações fundamentais devido a terem sido realizados em pessoas com a doença existente.  Ao mesmo tempo, a evidência sugere que comer frutas inteiras, legumes e grãos integrais, todos ricos em redes de antioxidantes e nas suas moléculas auxiliares, fornece proteção contra muitos desses flagelos do envelhecimento.

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